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21 de outubro de 2018

O tigre branco



Autores: Aravind Adiga
Género: Policial
Idioma: Inglês
Páginas: 276
Editora: Free Press
Ano: 2008
ISBN: 1416562605
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O Tigre Branco arrebatou por unanimidade o Man Booker Prize em 2008.

Romance de estreia do autor, Aravinda Adiga, mostra uma Índia pouco explorada pela ficção: violenta e crivada de desigualdades socioculturais - bem diferente da imagem de nação exótica, dos saris de mil cores, da ioga e da elevação espiritual a que estamos habituados.

Toda a obra é uma longa carta dirigida ao Primeiro-Ministro chinês, Wen Jiabao, que visitará o país em breve, escrita ao longo de sete noites. O autor da carta, Balram, nascido na “Escuridão” – a Índia rural, paupérrima e subserviente -, apresenta-se como o tigre branco do título, um «empreendedor social» que narra a sua ascensão de aldeão miserável até à luz do seu sucesso empresarial; na “Luz” vivem os políticos, actores, homens de negócios, numa almejada vida de prosperidade financeira pertencente a uma minoria e desconhecida por milhões de indianos.

Nas suas cartas, Balram não procura a absolvição pelos crimes que cometeu, mostra-se apenas como o exemplo de um dos milhões de pobres na Índia, agrilhoados pelo sistema de castas; mostra-nos ainda como o suborno e a corrupção incrustadas são a base do milagre económico do país - as observações do narrador são agudas e inquietantes, o tom sempre sarcástico.

O título é a metáfora do livro. Por ser um animal raro na selva, Balram foi assim apelidado por um inspector escolar por ser capaz de ler e escrever quando poucos eram capazes de o fazer. Apesar de lhe ter sido prometida uma bolsa para que pudesse explorar o seu potencial, Balram teve de suspender os estudos quando a família o empregou para ajudar a saldar uma dívida.

O Tigre Branco é gráfico mas aqueles que já visitaram a Índia facilmente reconhecerão várias referências e recordarão cenas quotidianas nos mercados, nas estradas, nas ruas. Este é o retrato de uma sociedade brutal e impiedosa, em que as injustiças se perpetuam geração após geração. Balram consegue escapar da escuridão de um destino de servidão e fá-lo sem remorsos, alcançando a desejada luz da independência financeira.

Um livro excelente.


*****
(muito bom)

29 de julho de 2018

The last time I lied


Autor: Riley Sager
Género: Thriller
Idioma: Inglês
Páginas: 384
Editora: Dutton (Kindle)
Ano: 2018
ISBN: B076GNTWQM
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Depois de ter lido o meu primeiro livro de Riley Sager, Final girls, fui pesquisar se havia outros. Foi assim que descobri que Final girls tinha sido o seu livro de estreia (apesar de já ter publicado outros livros sob outro nome) e que o segundo seria publicado em Julho de 2018. Eu sabia que o ia ler assim que saísse.

E li-o… em três dias, o que é raro; e estamos a falar de quase 400 páginas!

Vamos então à história: duas verdades e uma mentira. O grupo de raparigas com quem Emma Davis calhou partilhar a cabana, no campo de férias Nightingale, jogavam-no de vez em quando e ela também participava. Vivian, Natalie e Allison, de 16 anos, eram todas mais velhas que Emma, de 13, mas ficaram amigas.

Mesmo assim, a diferença de idades e interesses significava que nem sempre faziam coisas juntas. Como na noite em que as três raparigas mais velhas saíram, já tarde, e desapareceram. Uma Emma sonolenta viu-as saírem e viu Vivian a fazer-lhe o gesto que não dissesse nada nem as seguisse mas foi só. As três nunca mais foram vistas e Emma ficou para sempre assombrada pelo que aconteceu.

15 anos mais tarde, a proprietária decide reabrir o campo e convidar Emma – uma pintora em ascensão – para dar aulas de arte. Dividida entre as memórias do que se passou e um anseio em fechar esse capítulo traumático (o salário ser bom também ajuda), Emma aceita, apenas para rever vários rostos do passado e reviver alguns episódios angustiantes.

Os capítulos do livro alternam entre a Emma adulta e a adolescente de há quinze anos atrás, à medida que vamos descobrindo mais sobre as personagens. As revelações e a acção avançam lentamente, assim como o suspense; embora eu tenha achado que acabar quase todos os capítulos em jeito de cliffhanger, sempre com uma interrogação, é um bocado irritante, a gradação e a adição de pormenores foi feita de uma forma sólida, e essa conjugação resultou. O final chegou glorioso, muito bem pensado.

The last time I lied é outro excelente thriller de Riley Sager, emocionante e inteligente.

Até agora, gostei bastante dos 2 livros que ele publicou… e não sou a única: Final girls vai ser adaptado ao cinema e The last time I lied a série de televisão.


*****
(muito bom)

22 de maio de 2018

Weird things customers say in bookshops



 Autor: Jen Campbell
Género: Humor
Idioma: Inglês
Páginas: 128
Editora: Constable (Kindle)
Ano: 2012
ISBN: B005RZB8AO
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Qualquer amante de livros digno desse nome não vai conseguir deixar de ler Weird things customers say in bookshops com uma expressão franzida e um sorriso. 

Isto porque apesar de ser um livro leve e despretencioso, lê-se com um misto de incredulidade perante algumas tiradas incríveis como "I enjoyed the Diary of Ann Frank, why did she never write a sequel?" e "Someone should have taught that Shakespeare guy how to spell. I mean, am I right, or am I right?"

Um retrato bastante fiel daquilo que se ouve quando se trabalha em retalho - e é incrível o que as pessoas dizem/perguntam/comentam -, é também um espelho de uma sociedade que lê cada vez menos e onde se tem menos filtros. E as frases do livro são maioritariamente de livrarias inglesas, sendo o Reino Unido um dos países onde mais se consome livros e literatura. Nem quero imaginar o que se diria no nosso país.  

Weird things customers say in bookshops é um livrinho simpático, que se lê num instante. É um ensaio realista sobre os consumidores em geral, com as suas perguntas surreais q.b., alguma falta de educação e muita ignorância.


***
(mediano/razoável)

22 de novembro de 2015

The Grownup


Autor:
Gillian Flynn
Género:
Conto
Idioma: Inglês

Páginas: 66
Editora:
Weidenfeld & Nicolson (Kindle edition)
Ano:
2015

ISBN:
 
080-4188971
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Enquanto a super-talentosa Gillian Flynn (Em Parte Incerta; Objectos Cortantes; Lugares Escuros) não publica outro romance, é deitar a mão ao que aparece.
 

Assim, quando os queridos da Amazon.com me avisaram que estava disponível uma short story a ser publicada em Novembro, pré-reservei e fui-me entretendo com outras coisas até chegar o dia. 

The Grownup, sendo recente, não é novo, tendo sido publicado inicialmente numa antologia de contos editada por George R. R. Martin (gente talentosa frequenta os mesmos círculos, está visto) intitulada Rogues. Ganhou o Edgar Award sob o título de What Do You Do? e foi reeditado há semanas com este novo título, nenhum deles genial, diga-se.

A história segue uma jovem mulher que desde cedo se habituou a manipular para sobreviver, incitada pela mãe como sustento de ambas. Já adulta, quando responde a um anúncio de recepcionista e percebe que é para ser prostituta num quarto dos fundos a estimular manualmente os clientes que aparecem, aceita. Mas é tão solicitada (ou o trabalho é tanto) que quando é diagnosticada com síndrome do canal cárpico, a patroa/madame lhe propõe um trabalho na actividade que serve de fachada ao negócio: a vidência.

“I didn’t stop giving hand jobs because I wasn’t good at it. I stopped giving hand jobs because I was the best at it.”

Assim, vai acumulando funções, continuando a receber homens no quarto dos fundos e a atender senhoras a quem "orienta espiritualmente", servindo-se da habilidade em ler expressões faciais e aproveitando-se do desespero (e ingenuidade) alheio.

Quando Susan vem pedir ajuda, é apenas mais uma cliente, mas as coisas evoluem ao ponto da protagonista começar a acreditar que algo se passa na casa dela (e começa a preocupar-se com o seu bem-estar), incluindo a hipótese de que o enteado está possuído por um espírito maléfico. Como em todos os livros da autora, é de esperar vilania e comportamentos desviantes, o ser humano no seu melhor.

Apesar das sessenta e poucas páginas, a autora faz um excelente trabalho no desenvolvimento das personagens, mas não há tempo para explorar devidamente a história (promissora).

Apesar de ser um conto acima da média,
The Grownup é curto e sabe a pouco, com um final abrupto pouco saciante. É um conto bem trabalhado e nota-se a mestria de Flynn, mas é o que é: limitado. 

***
(mediano/razoável)

31 de agosto de 2014

I remember nothing: and other reflections

Autor: Nora Ephron
Género:
Humor
Idioma: Inglês

Páginas: 137
Editora: Knopf (Kindle edition)
Ano: 2010
ISBN:  978-0-307-59560-7
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Nora Ephron, falecida em 2012, tornou-se famosa por êxitos de bilheteira como Você tem uma Mensagem, When Harry Met Sally e Sintonia de Amor. No campo das letras, distinguiu-se pelos seus artigos femininos  na revista Esquire e pelos livros espirituosos sobre a condição feminina, de que Não gosto do meu pescoço - e outros humores, achaques e amores da vida das mulheres e este I remember nothing: and other reflections são um exemplo.

Gosto da frontalidade e do humor de Nora. Este livro alterna capítulos longos com outros de 3 páginas, onde a autora descreve a sua evolução como jornalista numa época em que as mulheres eram relegadas para tarefas menores, como é ter um rolo de carne com o seu nome (num restaurante de um amigo), como lidar com um fracasso de bilheteira ou como o fenómeno do e-mail passou de benção a maldição, sempre num tom divertido e passando de um assunto sério para um trivial com desprendimento.

O livro foi publicado 2 anos antes da morte da autora, e é engraçado como Nora aflora o assunto da morte constantemente sem o referir directamente, focando-se antes no avançar da idade, na dificuldade em reconhecermos que estamos velhos e perceber como a memória (e outras coisas) começa a falhar.

O livro que li dela antes deste falava mais directamente de morte e de doença, mas conseguia ser mais leve. Nora não se referia à família como aqui (o alcoolismo da mãe, que morreu ao 57, e o corte de relações com uma das irmãs, por motivos de herança) e é possível perceber que tem alguns assuntos pendentes mas dá para perceber que o livro não funciona como terapia, embora o tom seja confessional.
 
Continuo a não ser grande apreciador da filmografia de Nora Ephron, mas acho-a uma mulher interessante e adoro o seu sentido de humor; o seu legado é positivo em todos os aspectos e sei que leria todos os seus livros futuros.

***
(mediano/razoável)

16 de agosto de 2014

20th century ghosts


Autor: Joe Hill
Género:
Contos/Terror
Idioma: Inglês

Páginas: 383
Editora: Gollancz (Kindle edition)
Ano: 2008
ISBN:  978-0-575-08308-0
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Gosto de terror: de o ler e de ver séries e filmes. Apanho grandes "barretes" e muita coisa mázinha, mas quando acontece o contrário, é uma alegria! Apetece dizer a toda a gente!
 
Joe Hill é dos mais recentes autores premiados no género e com todo o mérito. Filho do horror icon Stephen King, provou que tem qualidade e valor por si só; o meu livro favorito dele é o fantástico Cornos (o filme estreia este ano). Quando gostamos de um autor, é uma delícia descobrir, e ler, as obras mais antigas e é isso que tenho feito.

20th century ghosts é um livro de contos, nem todos de terror; os meus favoritos nem são os mais sombrios. Há contos bons e outros menos assinaláveis; no meio de 16 histórias, há muita variedade. Ficam na memória os que realmente gostei:

- Best New Horror: Eddie Carroll é um editor desanimado. Quando lê Buttonboy, não descansa enquanto não arranja uma forma de conhecer o autor e propor-lhe a edição de uma história tão perturbadora que não pode ser verdade...

- 20th Century Ghost

- Pop Art: uma premissa inicialmente tão ridícula não deixa adivinhar a melhor história de todo o livro; dois rapazes outsiders tornam-se os melhores amigos, apesar de um deles ser insuflável... dos melhores contos que já li, com uma mensagem muito bonita. 

 
- You Will Hear the Locust Sing

- Abraham's Boys


- Better Than Home


- The Black Phone: um rapaz é raptado e trancado numa cave; numa parede está um telefone antigo que começa a tocar, apesar de estar desligado...


- In the Rundown


- The Cape: Eric é um miúdo de 7 anos que consegue voar graças a uma capa que a mãe lhe costurou; já adulto, tenta perceber porque tem uma vida tão miserável sendo tão especial.


- Last Breath
: o Dr. Allinger mantém há décadas o Museu do Silêncio, composto por dezenas de frascos que contêm o último fôlego dos moribundos, entre anónimos e famosos. O museu atrai cépticos e crentes, mas a todos o ex-médico recebe com simpatia e mostra orgulhosamente a engenhoca que lhe permite reunir a sua colecção peculiar.

- Dead-Wood


- The Widow's Breakfast


- Bobby Conroy Comes Back from the Dead


- My Father's Mask
: um adolescente é forçado a ir de fim-de-semana com os pais, que contam as histórias mais mirabolantes e inventam os jogos mais absurdos apesar do filho já ser crescido; desta vez, dizem que as "pessoas do baralho de cartas" vêm buscá-los e têm de fugir... uma história estranha e memorável.  

- Voluntary Committal
: Nolan é um rapaz normal com um irmão esquizofrénico, com quem não consegue comunicar. Morris passa os dias de volta dos seus fortes feitos de cartão, autênticos labirintos de que apenas ele consegue escapar.

- Scheherazade’s Typewriter 


Algumas histórias são bastante boas, imaginativas ao ponto de pensarmos «onde é que ele foi desencantar esta ideia?» e outras nem por isso, o habitual num livro de contos.

Joe Hill é (ainda e infelizmente) um autor algo desconhecido em Portugal. É pena. Fica a divulgação.

****
(bom)

3 de agosto de 2014

I hate everyone... starting with me


Autor: Joan Rivers
Género:
Humor
Idioma: Inglês

Páginas: 271
Editora: Berkley (Kindle edition)
Ano: 2012
ISBN:  978-1-101-58088-2
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I hate everyone... starting with me é um livro escrito pela comediante norte-americana Joan Rivers. Aqui no país, não sei se muita gente a conhecerá; entra num programa chamado Fashion Police, que é transmitido no canal E! (para quem tem cabo, per supuesto!)
Nunca tinha lido nada dela mas pelo que vi na televisão, o tom não foi surpreendente. É o género de linguagem e humor que a caracterizam quando a vejo na televisão: linguagem cáustica e crítica, implicando com tudo e mais alguma coisa, desde a aparência pessoal à família. Joan aposta num humor corrosivo e agressivo e num discurso que mistura xenofobia e insultos gratuitos.
Love may be a many-splendored thing, but hate makes the world go round. If you think I’m kidding, just watch the six o’clock news. The first twenty-nine minutes are all about dictators and murderers and terrorists and maniacs and, worst of all, real housewives. And then, at the very end of the show, there’s a thirty second human-interest story about some schmuck who married his cat. I rest my case.

Fazendo jus ao título do livro, ela odeia toda a gente, ela própria incluída: goza imenso acerca das dezenas de plásticas e tratamentos que já fez (tem 80 anos e está tão repuxada que já pagou metade da hipoteca do cirurgião plástico), brinca com os tiques e tradições familiares judeus (Joan é judia), inclui-se nas várias críticas da vida fútil de Hollywood.

I hate everyone... starting with me está dividido pelos vários ódios de estimação da autora: manias, modas, hábitos, esterótipos, tiques das celebridades, os dogmas de Hollywood.

Obviamente que ler um livro que começa cada parágrafo com «odeio...» não nos eleva o espírito, mas este é um livro de humor e tem o seu enquadramento; quem não gostar do género de piadas (há inúmeros géneros de humor), pode ler outra coisa.
Dentro do género, gostei; há alguma repetição de piadas nos capítulos finais, mas nada grave. Arrancou-me algumas gargalhadas, o que não é nada mau, principalmente depois de um dia de trabalho menos... alegre.
I hate it when I read an obit that says, “Molly Fishman, 102, suddenly.” Excuse me? She’s 102! How sudden could it have been? She’s been old since the Truman administration. The woman’s been hunched over in her wheelchair, with her tongue on the footrest since 1992; shouldn’t someone have seen her demise coming???
Livros como este são bons para ler e pôr a circular no grupo de amigos; a chance de uma releitura é escassa e dá-se a hipótese a outros de se divertirem com o bota-abaixo omnipresente (ou de se sentirem ofendidos).

***
(mediano/razoável)

17 de maio de 2013

The Academy




Autor: Bentley Little
Género:
Terror
Idioma: Inglês
Editora: Signet
Páginas: 391
ISBN:  978-0-45-1224675
9789896372361
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Este é o terceiro título que leio de Bentley Little, depois de The Ignored e The Store.

O autor caracteriza-se pelo uso de temas mundanos com reviravoltas fantásticas, onde o horror acontece nos locais mais inesperados.

The Academy segue a transição de uma escola secundária de pública para privada, no meio de promessas de melhoria nas notas, da qualidade de ensino e dos programas a leccionar. A maioria dos encarregados de educação e professores estão entusiasmados ao início, mas à medida que mais e mais regulamentos e regras peculiares vão sendo implementados, e a directora se torna cada vez mais déspota, torna-se claro que o caminho escolhido foi o errado.

«The only question is, is this a charter school because it's evil, or is it evil because it's a charter school?»

O mesmo dilema experienciam os alunos, que vivem aterrorizados com as situações surreais que começam a acontecer nas salas de aula e no recinto escolar. Estranhamente, apenas algumas pessoas não parecem afectadas pelo estranho ambiente que se vive na John Tyler High School, mas com o liceu a tornar-se cada vez mais sombrio e assustador, é tudo menos conveniente dar voz a essas dúvidas, sob pena de se desaparecer de um dia para o outro ou de surgir no dia seguinte como que lobotomizado.
  
The Academy tem várias personagens e diversas situações, o que é bom. Porém, as personagens estão longe de serem complexas e as situações credíveis, porque há alguns fios soltos no enredo e muitas ideias ao molho, entre crítica social e ocultismo (uma combinação especialmente infeliz aqui). O final não ajuda, porque parece demasiado repentino depois de um investimento de mais de 350 páginas.

Bentley Little escolheu enveredar por uma narrativa mais explícita desta vez e a qualidade global ressentiu-se, apesar de se ler com expectativa e ter algumas boas ideias que apenas foram mal exploradas. Não é o melhor que já li dele mas sei que melhores livros virão.

avaliação: *** (mediano)
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