Autor: Andrea Camilleri
Género: Policial
Idioma: Português
Páginas: 211
Editora: Difel
ISBN: 972-29-0738-7
Título original: Il giro di boa
Tradução: António Maia da Rocha
Título original: Il giro di boa
Tradução: António Maia da Rocha
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Gosto de policiais e estou sempre pronta a conhecer um novo autor.
Desta vez, decidi ler as aventuras de Salvo Montalbano, comissário de polícia na fictícia Vigàta e personagem recorrente nos premiados romances policiais do italiano Andrea Camilleri.
Montalbano é um bófia cinquentão cheio de calo que vive para apanhar criminosos, comer e beber bem. Neste livro, está desiludido com as notícias de corrupção na polícia, algumas das quais verdadeiras e bem próximas. Farto da podridão em redor, pondera demitir-se, apesar dos colegas o tentarem dissuadir.
Uma manhã, Montalbano está a dar umas braçadas na praia quando um cadáver com indícios de tortura esbarra literalmente com ele; este acontecimento leva o comissário à investigação de um caso que envolve o tráfico de pessoas e que o toca profundamente.
O que torna este policial diferente é o protagonista, como todos os policiais de referência (Poirot, Sherlock, Maigret, Nero Wolfe).
Montalbano é castiço e tem um humor corrosivo. A linguagem do livro é bastante realista e bem disposta, com calão q.b. A galeria de personagens é muito boa e a interacção entre elas arranca vários sorrisos e algumas gargalhadas, uma fórmula infalível. Acção, mistério e humor em doses certeiras, Camilleri descobriu um filão, sem dúvida.
Estou curiosa em ler mais livros com Montalbano.
Desta vez, decidi ler as aventuras de Salvo Montalbano, comissário de polícia na fictícia Vigàta e personagem recorrente nos premiados romances policiais do italiano Andrea Camilleri.
Montalbano é um bófia cinquentão cheio de calo que vive para apanhar criminosos, comer e beber bem. Neste livro, está desiludido com as notícias de corrupção na polícia, algumas das quais verdadeiras e bem próximas. Farto da podridão em redor, pondera demitir-se, apesar dos colegas o tentarem dissuadir.
Uma manhã, Montalbano está a dar umas braçadas na praia quando um cadáver com indícios de tortura esbarra literalmente com ele; este acontecimento leva o comissário à investigação de um caso que envolve o tráfico de pessoas e que o toca profundamente.
O que torna este policial diferente é o protagonista, como todos os policiais de referência (Poirot, Sherlock, Maigret, Nero Wolfe).
Montalbano é castiço e tem um humor corrosivo. A linguagem do livro é bastante realista e bem disposta, com calão q.b. A galeria de personagens é muito boa e a interacção entre elas arranca vários sorrisos e algumas gargalhadas, uma fórmula infalível. Acção, mistério e humor em doses certeiras, Camilleri descobriu um filão, sem dúvida.
Estou curiosa em ler mais livros com Montalbano.
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(bom)