18 de abril de 2014

O adeus a Gabo aos 87 anos

O mundo ficou mais pobre com a morte de Gabriel García Márquez, ontem, na Cidade do México; o escritor não resistiu a uma pneumonia.

«Mil anos de solidão e tristeza pela morte do maior colombiano de todos os tempos! Solidariedade e condolências a Gabo e família. Os gigantes nunca morrem.», escreveu Juan Manuel Santos, Presidente da Colômbia.  

Nascido em Aracataca em 1927, Gabriel García Márquez foi escritor, jornalista, editor, activista e político. Apaixonou-se à primeira vista por Mercedes Barcha, com quem estava casado desde 1958, e muitas vezes sobreviveu graças à ajuda dos amigos e colegas enquanto escrevia.

Fonte: metro1.br.com
Entre as suas obras mais famosas está Cem Anos de Solidão, que vendeu 30 milhões de cópias e está traduzida em 35 línguas.
 
Memória das minhas putas tristes, editado em 2004, é o último livro de ficção que publicou. Amor em tempos do cólera, Crónica de uma morte anunciada, O general no seu labirinto e Ninguém escreve ao coronel são outros títulos emblemáticos do escritor. Há também a autobiografia, Viver Para Contá-la, de 2002. 
 
A academia sueca, quando lhe atribuiu o prémio Nobel da Literatura, em 1982, justificou-o por na sua obra «se aliarem o fantástico e o real na complexidade rica de um universo poético reflectindo a vida e os conflitos de um continente».

Fonte: DN e no Público.

1 comentário:

Fiacha disse...

Olá,

Concordo ficamos mais pobres ao perder um escritor desta qualidade, mas a sua obra fica para sempre, que descanse em paz :)

bjs

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